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SXSW

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são paulo, sp

As 10 Diretrizes do SXSW para o Mercado Brasileiro
Na busca por democratizar o conhecimento adquirido no SXSW, juntamos 13 CMOs que foram ao SXSW para debater sobre a aplicação prática do que viram lá. Com base nas anotações dos painéis TakeOff Tech, TakeOff Ecosystem e TakeOff Humans, identificamos dez diretrizes para o mercado
Combinatividade
a combinação entre arte e ciência é o que vai fazer a diferença na solução de problemas e criação de inovações. É preciso investir tempo em novos conhecimentos e desenvolver novas culturas que criem pontes entre tecnologia e pessoas.
1
Era de transição e desconforto
daqui para a frente, estaremos sempre vivendo uma era de transição constante e acelerada, com novas tecnologias influenciando novos comportamentos. O desconforto com o novo e o imprevisível será a tônica. É preciso aprender a usá-lo como uma alavanca de transformação.
2
Teste, teste & teste
sim, sabemos que a inteligência artificial está no centro das transformações. Mas muitas vezes pessoas e empresas ainda estão no lugar de espectadores esperando ver aonde isso vai parar. É preciso atitude, um mergulho diário em diferentes ferramentas de IA para começar a entender o funcionamento, a usabilidade, a interação máquina homem e conseguir avançar para extrair o melhor dessas ferramentas. Deve existir uma agenda da liderança com todo o time para testar constantemente diferentes ferramentas no dia a dia. Se antes trazíamos startups e agentes para cocriar com empresas, hoje esse papel pode ser feito com a IA de forma mais rápida e menos burocrática.
3
Senso crítico
saber fazer as perguntas certas, discutir e conectar pontos. Perguntas certas nascem de um lugar mais profundo do que querer saber as respostas de imediato. O ser humano tem a capacidade de quebrar regras e fazer conexões sem sentido lógico. Isso ainda é o que diferencia as pessoas da inteligência artificial.
4
COLABORAÇÃO
colaborar, dialogar e compartilhar conhecimento com toda a cadeia de atuação. O discurso da colaboração entre empresas precisa existir na prática. Ainda temos o discurso, mas vivemos na competitividade. A soma de forças e esforços traz ganhos para toda a humanidade. É preciso integrar objetivos coletivos para resolver desafios de problemas sociais e ambientais. Isso só será feito com colaboração e diálogo. Estamos realmente pensando no que o mundo precisa?
5
O futuro que queremos
como construímos no dia a dia o futuro desejado? Estamos colocando propósitos corporativos reais a favor do futuro da humanidade ou ainda temos um discurso de marca disfarçado de propósito? Não podemos deixar o futuro ser levado por qualquer pauta. É necessário um exercício constante das organizações para entender o seu papel no futuro do planeta.
6
Resiliência e compaixão
a resiliência é uma escolha diária e deve ser praticada pela compaixão. Compaixão com 3Cs: Coragem para lidar com o novo. Curiosidade para entender o que está acontecendo com o outro, aprender e evoluir. Conexão vem de um esforço para se conectar com o outro.
7
Criativos generalistas
o futuro do trabalho será dos criativos generalistas. Não é sobre profissionais de criação, é sobre a criatividade da humanidade produzindo mais criatividade. O especialista foca em uma coisa e passa por anos de estudo para se aprimorar nela. Para toda especialidade, a inteligência artificial irá entregar cada vez mais e melhor. Quem tiver diferentes áreas de interesse e habilidades vai conseguir expandir suas capacidades com a inteligência artificial. O criativo generalista é capaz de atuar em diferentes áreas e se adaptar a diferentes cenários nas transformações que vivemos e as que iremos viver.
8
LADO HUMANO
a inteligência artificial nos libera tempo precioso para sermos mais humanos. Mas, antes, precisamos resgatar nossas origens. O ser humano passa por uma crise, uma atualização de software. Estamos imersos em nossos celulares sem nos conectar com nós mesmos nem com as pessoas à nossa frente na mesa de bar. Existe uma clara desatenção do humano para o humano. Praticar a presença onde estamos, dar atenção e querer viver aquilo com vontade.
9
Cultivar a escuta ativa
a escuta ativa é essencial para a comunicação eficaz e para a construção de relacionamentos. As lideranças devem incentivar a escuta ativa entre seus colaboradores e clientes.
10

notas de embarque

• As lideranças devem estar atentas às tendências emergentes e se adaptar às mudanças do mercado.

• A ética e a responsabilidade social devem ser sempre consideradas no desenvolvimento e na implementação de novas tecnologias.

• Acima de tudo, precisamos olhar para essa combinação humano e tecnologia com otimismo para alavancar nosso futuro.

TRIPULANTES
André Scaciota - SUPERINTENDENTE DE MARKETING DO ITAÚ UNIBANCO
Ana Moises - DIRETORA DA ÁREA DE SOLUÇÕES DE MARKETING DO LINKEDIN LATAM
Ana Laura Sivieri - GLOBAL CORPORATE MARKETING & COMMUNICATIONS DIRECTOR DA BRASKEM
Ane Lopes - DIRETORA DE MARKETING, BRANDING & COMUNICAÇÃO DA CLARO
Beatrice Jordão - DIRETORA DE COMUNICAÇÃO E BRANDING DA HEINEKEN
Carolina Sevciuc - DIRETORA SÊNIOR DE ESTRATÉGIA & TRANSFORMAÇÃO NA PEPSICO
Felipe Cerchiari - GLOBAL BRANDS DIRECTOR DA AMBEV
Igor Puga - CMO, CIO E OMBUDSMAN
MARCELO LENHARD - CEO HANDS & IDEALIZADOR TAKEOFF
Marcelo Bronze - DIRETOR DE MARKETING DA DANONE
Luiz Gustavo Pacete - JORNALISTA, LINKEDIN TOP VOICES, EDITOR DA FORBES TECH
Rafael Camilo - DESIGNER DE FUTUROS E PUBLICITÁRIO
Renata Ruggiero - DIRETORA EXECUTIVA DO INSTITUTO CCR E DIRETORA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL, SUSTENTABILIDADE & INOVAÇÃO NA CCR S.A.
Sérgio Valente - CMO GLOBAL DA JBS
Virginia Ribeiro - SUPERINTENDENTE DE SUSTENTABILIDADE & GOVERNANÇA CORPORATIVA DA SABESP

idealização: